Marcelo Tidy cobra rigor na fiscalização e critica falhas na zeladoria urbana
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24 de fevereiro de 2026
A qualidade da zeladoria urbana e a fiscalização dos serviços públicos foram tema do pronunciamento do vereador Marcelo Tidy (MDB) durante a 4ª Sessão Ordinária de 2026, realizada em 10 de fevereiro, às 9h, no Plenário da Câmara Municipal de Franca.
Serviços de limpeza
O parlamentar apresentou críticas à execução de serviços como coleta de lixo, limpeza pública e manutenção de espaços urbanos.
Em sua fala, Marcelo Tidy afirmou que tem acompanhado a realidade de outros municípios e comparado com a situação de Franca.
Segundo ele, há falhas na manutenção da cidade. “Estou profundamente decepcionado com a zeladoria da nossa cidade. Coleta de lixo não está legal. Limpeza das ruas não está legal. Descartes irregulares pelos quatro cantos da cidade”.
O vereador também mencionou problemas relacionados à manutenção do Poliesportivo e de praças públicas. De acordo com ele, o contato direto com os munícipes tem sido essencial para identificar demandas, já que muitos encaminham vídeos relatando as condições dos espaços, o que auxilia na formalização de pedidos ao Executivo.
Outro ponto abordado foi a roçagem de guias. Marcelo Tidy explicou que anteriormente o serviço era realizado de forma química, método que atualmente está proibido. No entanto, avaliou que os novos procedimentos adotados apresentam falhas na execução.
Cobranças sobre serviços
O parlamentar destacou ainda que tem protocolado diversos requerimentos sobre o tema. “Só de assuntos de zeladoria da nossa cidade, eu devo ter mais de 100 pedidos”. Ele relembrou que Franca sempre foi reconhecida pela conservação de seus espaços públicos e lamentou o cenário atual.
Marcelo Tidy informou que atualmente há dois agentes fiscalizadores e duas empresas responsáveis pelas diretrizes dos serviços. Conforme as orientações estabelecidas, o prazo para execução das atividades é de 50 dias. Contudo, relatou situações acompanhadas por ele em que o prazo se estendeu para 70 dias.
Convocação representantes
Diante desse quadro, o vereador convocou representantes das empresas para esclarecer a metodologia de fiscalização adotada. “A empresa é responsável por fazer bem feito. Se a empresa não estivesse recebendo rigorosamente em dia, ela diria: eu não estou fazendo porque não estão me pagando. Mas é sagrado, rigorosamente em dia, o pagamento está na conta da empresa”.
Embora tenha ressaltado o respeito aos profissionais envolvidos, ponderou que, caso os serviços não sejam executados conforme previsto, é cabível denúncia ao Ministério Público. Ao comentar alegações de que o descarte irregular seria responsabilidade exclusiva dos munícipes, defendeu a aplicação de punições mais severas como forma de coibir a prática.
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